Comecei a considerar a Psicologia ainda no ensino médio. Eu já havia feito terapia e percebi, na minha própria experiência, a importância daquele espaço.
Na época, também era comum ouvir das minhas amigas que eu sabia dar bons conselhos, o que me fez imaginar que a profissão poderia combinar comigo. Na graduação, porém, fui descobrindo que ser psicóloga não tinha a ver com ter respostas para a vida de alguém, e muito mais com aprender a escutar.
Escutar exige curiosidade, presença e disponibilidade para encontrar o outro em sua própria experiência, sem tentar encaixá-lo de imediato em explicações ou certezas.
Minha formação em Psicologia foi também um processo de construção do meu jeito de estar na clínica. Sou formada pela UniCesumar, campus Maringá. Meu registro profissional é CRP 08/47672.
Trabalho a partir da Gestalt terapia e sigo aprofundando meus estudos na abordagem. Para mim, formar-se não termina na graduação: estudo, reflexão e aprimoramento continuam acompanhando meu trabalho clínico.
Não acredito que o terapeuta tenha todas as respostas sobre o outro. A terapia é construída na relação, e sua experiência tem lugar nela.
Você traz o que vive. Eu entro nesse encontro com escuta, curiosidade e disposição para olhar junto.

Na Gestalt terapia, não parto de uma explicação pronta sobre quem você é ou sobre o que está vivendo. Procuro compreender sua experiência a partir da sua perspectiva: história, vínculos, contexto e a forma como você se relaciona com o mundo.
O que acontece no presente também importa. A partir do que aparece no encontro, vamos construindo novas formas de olhar para a experiência.
Se quiser entender como funciona o atendimento,
pode falar comigo.